Gestão de pequenas empresas

Posted on Postado em Acontece na Alcer, Artigos e Entrevistas, blog, Sem categoria

Juliano Lopes, Consultor Empresarial

gestão de pequenas empresas traz desafios próprios de negócios que lutam diariamente por sobreviver e crescer. Esses desafios, porém, não podem impedir a empresa de estruturar uma gestão que favoreçam os negócios.

Se, por um lado, a realidade dos pequenos negócios cria uma dinâmica que sofre mutações diariamente e lida com a falta de recursos, por outro, é justamente uma gestão bem realizada que permitirá à empresa prosperar.

Vamos neste artigo entender a importância da gestão de pequenas empresas e como aprimorá-la, tornando os resultados empresariais mais interessantes.

 

Investir na gestão de pequenas empresas

É preciso compreender uma realidade: toda empresa pode ter sua gestão aprimorada. E isso se deve a 2 motivos principais.

  1. As empresas, em função da dinâmica do mercado, das pessoas e dos objetivos organizacionais, sofrem mudanças continuamente, e isso exige sempre uma verificação se a atual gestão está coerente e, com isso, a oportunidade de melhoria.
  2. Os métodos e modelos de gestão empresarial são continuamente aprimorados, além de novas propostas que surgem, e isso permite às empresas gerenciar de uma maneira mais atual e adequada.

Por esse motivo é fundamental entender que toda empresa pode (e deve) investir continuamente em sua gestão. Sua empresa faz isto?

Vale ainda lembrar que, além das próprias práticas de gestão que estão em contínua evolução, também a tecnologia caminha nessa direção. E por isso há o surgimento de ferramentas e soluções que permitem gerenciar de forma mais produtiva e assertiva.

Ocorre, infelizmente, muitas micro, pequenas e médias empresas não cuidam da gestão como deveriam para ter um negócio de sucesso, e por isso enfrentam tantos desafios.

Se há a dificuldade em realizar esse cuidado e essa melhoria, recorrer a uma consultoria empresarial pode ser o caminho certeiro.

E investir na gestão de pequenas empresas significa:

  • Ter maior controle sobre as informações, documentos e atividades;
  • Mapear e revisar os processos de trabalho;
  • Possuir e utilizar sistemas e softwares de gestão empresarial;
  • Definir políticas que favoreçam o desenvolvimento do negócio;
  • Reduzir e controlar os gastos operacionais;
  • Melhorar a definição dos cargos e funções;
  • Criar indicadores de desempenho;
  • Entre outras ações importantes.

Conforme uma empresa vai aprimorando a sua maneira de gerenciar e capacitando os seus funcionários, os resultados logo aparecem.

É preciso, porém, entender que uma boa gestão não apenas melhora o dia-a-dia do negócio, mas impacta diretamente e positivamente no resultado financeiro da empresa.

 

Avaliando a gestão da pequena empresa

O primeiro passo para garantir uma boa gestão da pequena empresa é entender em qual situação ela se encontra atualmente. Isto é:

  • Quais são os gargalos?
  • Em quais áreas e departamentos há maior deficiência e quais são elas?
  • Quais são os objetivos da empresa e como ela deve ser estruturada para que seja possível alcançá-los?

 

A importância da boa gestão em tempos de crise

Outro fator fundamental que justifica o investimento na gestão de pequenas empresas é o quanto uma gestão bem estruturada e executada auxilia a manter uma empresa saudável mesmo em tempos de crise.

Quando uma empresa possui uma gestão forte, com um bom controle sobre as suas finanças, com processos de trabalho bem estruturados, e fazendo o uso de dados e análises para tomar decisões, ela tende a passar pela crise de uma maneira mais tranquila.

Vale ainda chamar a atenção para a questão mercadológica.

Uma pequena empresa bem gerenciada é também aquela que planeja, se organiza e atua para aproveitar as oportunidades de mercado da melhor forma. Gestão está diretamente relacionada com estratégia. Não podem viver separadamente.

E nesse aspecto muitas empresas derrapam – e isso se sobressai em tempos de crise.

Uma empresa que possui toda uma estrutura gerencial de qualidade mas não sabe como proceder para crescer nos próximos anos, corre sérios riscos de sobrevivência.

Este artigo pode ajudar a aprofundar nesta questão: Qual a estratégia da empresa para crescer?

Percebe-se, portanto, que é o conjunto da obra que garante uma empresa bem gerenciada: toda a administração interna mas também a gestão e a estratégia de crescimento no mercado.

 

Como uma consultoria empresarial pode ajudar na gestão de uma pequena empresa?

Diante dos desafios que uma pequena empresa enfrenta para ser bem gerenciada e ainda crescer e se destacar, uma série de fatores são apresentados como empecilhos para investir na gestão da empresa:

  • Falta de tempo dos sócios e gestores para se dedicar ao assunto;
  • Falta de conhecimento e/ou experiência;
  • Ausência de recursos financeiros para investir;
  • Falta de conhecimento sobre as possibilidades de ação;
  • Entre outros.

É por esses e outros motivos que muitas pequenas empresas compreendem e investem em uma consultoria empresarial. Conseguem assim melhorar os seus resultados em um espaço de tempo menor e com qualidade.

A Alcer Consultoria atua diretamente com pequenas empresas para ajudá-las a melhorar os seus resultados em gestão, estratégia e mercado.


 

Lucros no agronegócio

6 custos que impactam o lucro do agronegócio e que você não vê

Posted on Postado em Acontece na Alcer, Artigos e Entrevistas, blog, Sem categoria

Juliano Lopes, Consultor Empresarial


O agronegócio brasileiro é um setor altamente competitivo e heterogêneo, onde cada percentual de margem é importante para o sucesso de longo prazo da atividade. Nesse cenário, é extremamente importante ter sob controle aspectos internos ao agronegócio, que em sua maioria se resultam em custos. Contudo, existem diversos custos que impactam diretamente o resultado econômico da atividade agropecuária, mas que recorrentemente não são vistos.

Para isso, elencamos cerca de 20 custos diferentes que sondam agronegócios e diminuem margens, mesmo que não representem custos-caixa, ou seja, que não representem desembolsos de dinheiro. Neste artigo, vamos abordar 6 destes, discorrendo seus impactos na geração de valor do agronegócio.

 

  1. Depreciação

O primeiro custo listado é, muitas vezes, lembrado e destacado por especialistas em gestão do setor, mas recorrentemente é deixado de lado por algumas razões, o custo de depreciação. Existem algumas maneiras de se calcular a depreciação, com base no fim a que se destina a análise (fiscal, gerencial). Independente da forma de cálculo, este sempre será um custo fixo da produção (quando associado a operações) e deve ser apurado em todos os ciclos produtivos. Em suma, ele é o custo associado à geração futura de benefício econômico de um investimento de ativos imobilizados (máquinas, instalações, rebanho reprodutor, etc) relacionado ao período produtivo em questão. Em outras palavras, é o custo de um ativo imobilizado conforme este é utilizado na produção agrícola e pecuária. Este é um custo não caixa, e por isso é muitas vezes ignorado, o que diminui margens da atividade econômica.

 

  1. Custo de Capacidade

Ativos imobilizados como máquinas, por exemplo, são adquiridos para gerar valor a produção agrícola e pecuária diretamente associado a sua capacidade de trabalho. Contudo, quando são subutilizados representam um ônus ao agronegócio, uma vez que encarece o custo da hora trabalhada deste ativo, e consequentemente o custo do produto acabado. Este é um custo não caixa que pode diminuir significantemente as margens do agronegócio e, portanto, deve ser levado em conta. Otimizar ativos imobilizados diminui custos de capacidade e barateia os custos do produto acabado.

 

  1. Custo de Ociosidade

Da mesma forma que máquinas e instalações (ativos imobilizados em geral), a mão-de-obra possui um custo associado à sua subutilização, o que chamamos de custo de ociosidade. Quando contratados, colaboradores devem ter sua jornada de trabalho otimizada, diminuindo as horas ociosas de trabalho e, consequentemente o custo associado a elas. Da mesma forma, é um custo não caixa que encarece o produto acabado e pode ser diminuído otimizando a mão-de-obra empregada na produção.

 

  1. Juros de Fornecedores

Grande parte dos financiamentos realizados dentro do setor do agronegócio é proveniente dos próprios agentes existentes dentro da cadeia, como é o caso de fornecedores que adiantam insumos mediante ao pagamento a prazo. É importante destacar, contudo, que essas transações frequentemente envolvem a cobrança de juros (remuneração pelo capital no tempo) , embutidas ou não, no preço de operações e produtos. Quando um fornecedor dá um desconto no pagamento à vista, implicitamente ele está implicando que o pagamento a prazo está sujeito a uma tarifa adicional, os juros. Embora não vemos explicitamente tal custo, estes juros relacionados a fornecedores são alíquotas que tem impacto direto no lucro do agronegócio. Uma redução de R$ 1 mil reais nos juros pagos, representa R$ 1 mil reais a mais no lucro da empresa. Avaliar pagamentos à vista ou a prazo pode reduzir juros pagos a fornecedores e acrescer margens. Em adição, entender as necessidades de caixa e produtos, e adequar-se a diferentes modelos de negócios com fornecedores pode diminuir custos relacionados a juros e aumentar a margem líquida da atividade agropecuária.

 

  1. Juros de Compradores

Muitos produtores rurais acabam vendendo sua produção a prazo. Além de possíveis riscos de crédito associados à inadimplência de tais pagamentos, é importante destacar o custo implícito que tal operação traz ao agronegócio. Um custo que é recorrentemente deixado de lado, mas que diminui margens do produtor, os juros associados a vendas de produtos acabados. Ao dar prazos para compradores pagarem os produtos acabados, o produtor rural está (mesmo que sem saber) financiando seus compradores e, portanto, tem parte do preço de seu produto relacionado a juros deste capital. Mais do que isso, tais “juros” incidem sobre todo o faturamento da empresa, visto que estão associado a venda de produtos acabados. Nos dias atuais, a taxa básica de juros da economia brasileira paira aos 12% ao ano, o que grosseiramente representa 1% ao mês. Ao dar um mês de prazo para seu comprador, você está impactando o custo do seu agronegócio em 1% sobre o faturamento dele. Em uma atividade com margens apertadas, tal montante pode ter grande impacto no lucro final.

 

  1. Carregamento de Estoque

O último custo desse artigo é relacionado ao carregamento de estoque. Como discorremos em outros artigos (Custo financeiro de carregamento de estoque), o estoque por si só representa o carregamento de um capital parado de um período para outro, representando um custo direto a ele associado. Ao deixar o estoque parado, o valor financeiro referente ao produto em questão também está parado, quando poderia estar aplicado em outra atividade (relacionada ou não ao agronegócio) rendendo juros ao produtor. A grande questão é ponderar benefícios e custos associados ao armazenamento de produtos (insumos e produtos acabados) a fim de determinar o quanto carregar estoques impacta no resultado final da atividade agropecuária.

 

 Você enxerga estes custos no seu agronegócio?

Este são alguns custos que muitos não veem, mas que tem impacto direto no resultado econômico-financeiro da atividade agropecuária. Você conhece estes custos dentro do seu agronegócio?

A Alcer conta com profissionais qualificados para lhe auxiliar na avaliação destes e muitos outros aspectos que impactam seus custos de produção e lucratividade.

Custos de capacidade, ociosidade, depreciação, e custos financeiros são contemplados na gestão de máquinas, pessoas, estoque e financeira dentro da Gestão Alcer.

Entre em contato conosco e profissionalize sua gestão e trace estratégias para maximizar a lucratividade e sustento econômico a longo prazo do agronegócio.


 

A importância do Plano de Ação para consolidar a Gestão Estratégica

Posted on Postado em Acontece na Alcer, Artigos e Entrevistas, blog, Sem categoria

Juliano Lopes, Consultor Empresarial

Com um bom plano de ação, os gestores passam a pensar em estratégias essenciais para atingir as metas propostas. Se você não sabe ainda como conseguir isso, continue acompanhando e entenda por que sua empresa deveria começar a utilizar esse instrumento o mais rápido possível.

No processo de planejamento de qualquer tipo de empresa, geralmente existe um plano de ação, ferramenta de gestão utilizada para acompanhar o avanço das atividades da organização.

Contudo, mesmo utilizando essa ferramenta, nem todo mundo entende por que ela é tão importante para a consolidação da gestão estratégica do negócio e obtenção de bons resultados.

 

Para que serve o plano de ação?

De maneira resumida, pode-se dizer que a principal função da ferramenta é detalhar as estratégias e medidas a serem adotadas, visando alcançar o objetivo da empresa, previamente definido. Ela serve para registrar as ações que serão realizadas e tudo que as envolve, como prazo, responsáveis e condições.

Com a distribuição de informações em uma tabela ou planilha, o plano de ação serve para facilitar a visualização dos participantes, que conseguem acompanhar as tarefas e identificar em que estágio cada uma se encontra.

Desse modo, é possível entender qual o caminho a ser percorrido e quanto tempo há disponível para tal. Com o plano de ação, é possível compreender quais são os recursos disponíveis e necessários para as tarefas, sejam humanos, financeiros ou materiais.

A ferramenta também serve para separar as ações de rotina diária daquelas que pertencem ao planejamento estratégico e/ou projetos, facilitando a gestão de um processo específico, permitindo a percepção da necessidade de alterações de prazos, troca de responsáveis, investimento de novos recursos, etc.

 

Quando deve ser utilizado?

O plano de ação pode ser usado diariamente, para apontar as atividades a serem realizadas para alcançar um objetivo. Mas o ideal mesmo é que ele seja utilizado após a definição do plano estratégico da organização.

Isso porque depois de ter ajustadas as metas estratégicas para um período determinado, é fundamental determinar como elas serão atingidas. É o momento de definir o que será feito, o que tem prioridade, quem deve fazer o quê e quem irá supervisionar o andamento das tarefas.

 

Por que usar um Plano de Ação automatizado?

Quando dizemos plano de ação automatizado, nos referimos à gestão das ações e não à execução automatizada do que foi planejado. E por que vale a pena automatizar gestão?

Sabemos que o ser humano é falho, e com o excesso de informações (e distrações) a qual somos submetidos diariamente, nota-se nas empresas uma grande dificuldade de cumprir com o que foi planejado. Especialmente, no prazo acordado.

Utilizando um software, o sistema avisa o responsável quando tem alguma ação atrasada, e avisa também o gestor acima do responsável, gerando uma pressão positiva para o cumprimento das ações.

Além disso, o sistema vincula cada plano de ação a um indicador de performance, deixando claro para quem executa, quais são as consequências do não cumprimento e sua responsabilidade diante das metas globais da empresa.

 

E quando o Plano de Ação é fundamental?

Para aprofundar um pouco mais, vamos apontar algumas situações específicas em que a utilização do plano de ação se torna extremamente importante:

1 – Implantação de ações estratégicas: mediante necessidades pontuais, como redução de custos produtivos, ampliação da capacitação de colaboradores ou aumento da satisfação dos clientes.

2 – Gestão de projetos: em casos como implantação de um novo sistema ou automatização de determinados processos.

3 – Implantação de projetos orçamentários: de acordo com a situação financeira da empresa, como no caso da necessidade de cortar custos, reduzir mão de obra ou adquirir novos equipamentos.

 

Quais as consequências de sua utilização?

Se você ainda está em dúvidas sobre quais as vantagens de “gastar tempo” construindo e utilizando um plano de ação, conheça algumas possíveis consequências que a empresa pode desfrutar:

1 – os envolvidos passam a conhecer melhor a organização;

2 – todos ficam cientes de onde se quer chegar;

3 – fica mais fácil conhecer o mercado e a concorrência;

4 –  há aumento no engajamento dos funcionários;

5 –  há melhoria no relacionamento profissional entre líderes e subordinados;

6 –  os objetivos e metas são alcançados de maneira estruturada;

7 – os recursos da empresa são mais bem aproveitados;

8 – há aumento na eficiência dos processos.

Vale lembrar que tanto os resultados quanto a forma de planejar e executar o plano de ação variam de uma empresa para outra. É fundamental que sua criação se baseie no bem-estar de todos os envolvidos, para que ninguém se sobrecarregue ou não consiga acompanhar o processo.

Se você ficou interessado em consolidar sua gestão estratégica e atingir suas metas por meio dessa ferramenta, mas ainda tem dúvidas, entre em contato conosco!


 

Como usar a criatividade e inovação nas empresas para incentivar equipes?

Posted on Postado em Acontece na Alcer, Artigos e Entrevistas, blog, Sem categoria

Monica Barros, Inteligência de Mercado

Para manter times motivados a sempre buscar a forma mais inovadora de trabalhar, não basta apenas ter um bom plano de carreira e benefícios volumosos, devendo ser usada a criatividade e inovação nas empresas.

A empresa deve investir em estratégias que tornam o ambiente de trabalho mais integrado e eficaz. Assim, funcionários podem manter-se engajados e com confiança para escolherem novas formas de atingir os objetivos da organização a médio e longo prazo.

Sabendo motivar os seus profissionais, é possível atingir melhores resultados, reduzir riscos e inovar mais. Assim, tornando-se mais competitivos e capaz de atender as demandas de seus clientes. Quer saber mais sobre o tema? Então veja abaixo como incentivar a criatividade e inovação nas empresas!

 

A importância de incentivar a criatividade e inovação nas empresas

Nos últimos anos os mercados passaram a exigir de empresas serviços mais flexíveis, ágeis e inovadores. A presença da tecnologia no nosso dia a dia impulsionou a busca por serviços mais conectados com as necessidades de consumidores. E nesse cenário, ter um time capaz de atuar de maneira criativa é a peça chave para atingir bons resultados.

Em outras palavras, incentivar a criatividade e inovação nas empresas é algo fundamental para quem pretende sobreviver em um mercado cada vez mais competitivo. Para que isso seja possível, a companhia deve adotar estratégias que melhoram o fluxo de trabalho e abrem espaço para que profissionais possam adotar escolhas mais ousadas no seu dia a dia. Assim, os serviços do negócio tornam-se mais inovadores e atraentes.

 

Como uma boa metodologia de trabalho pode manter um ambiente que permite a criatividade e inovação no ambiente corporativo?

Um dos passos base para que a empresa possa inovar mais é escolher uma metodologia alinhada com o seu perfil e área de atuação.

Uma estratégia de trabalho bem estruturada dá ao negócio a capacidade de ter um fluxo de trabalho com menos gargalos, mais eficiência e riscos reduzidos. Além disso, a companhia terá um trabalho de alta qualidade, que encontra soluções com rapidez e atende a todas as demandas de clientes e parceiros comerciais.

No ambiente de trabalho moderno, metodologias que incentivam a colaboração e integração entre setores tornaram-se cada vez mais populares.

Elas auxiliam a busca por uma rotina em que a criatividade e inovação em empresas passa a ser algo comum, uma vez que todos atuarão lado a lado para evitar erros e buscar soluções em conjunto. Além disso, o engajamento torna-se maior e, com isso, o empreendimento terá menos dificuldade para atingir as suas metas.

Avalie o perfil da empresa, os seus principais objetivos e vulnerabilidades. Atue lado a lado com colaboradores e líderes de cada setor, identificando as suas demandas e dificuldades diárias. Além disso, identifique as necessidades do mercado e as principais tendências da sua área de atuação.

Com tais dados em mãos, a empresa consegue identificar quais são as metodologias que melhor adaptam-se às suas metas. A organização poderá, então, reduzir riscos e conseguir atuar de maneira estratégica para entregar um conjunto de serviços e produtos de qualidade para os seus clientes e parceiros comerciais.

 

Mudando a cultura do negócio

Para incentivar uma cultura de inovação no ambiente corporativo é preciso adotar uma série de estratégias que vão muito além da escolha de uma boa metodologia de trabalho. Elas auxiliarão profissionais a evitar erros, reduzir riscos e ter mais engajamento na busca por novas formas de executar serviços e solucionar problemas.

Confira alguns pontos-chave para ter mais capacidade de incentivar criatividade e inovação nas empresas!

 

Crie espaço para que profissionais possam inovar

Para que a empresa seja mais criativa, é importante que os seus profissionais estejam incentivados a inovar. Portanto, garanta que todos terão um conhecimento sobre as dificuldades e metas do negócio. Assim, todos os times terão confiança para escolher novas formas de trabalho.

 

Crie mecanismos de feedbacks

Quem inova, erra. E para evitar que um erro desestimule profissionais a tentarem novas formas de trabalho, a companhia deve sempre realizar feedbacks caso algo não saia como esperado.

Crie uma cultura em que o trabalho de todas as áreas é monitorado e avaliado. Uma vez que erros sejam encontrados, o gestor deve atuar lado a lado com o time para buscar novas soluções e, assim, manter os times com alta performance.

 

Defina desafios para que todos possam inovar

Sair da zona de conforto é algo crucial para que profissionais possam inovar. Nesse sentido, a empresa pode criar desafios para que os profissionais sintam-se motivados a fazer novas escolhas durante o seu dia a dia.

Também trabalhe para que boas iniciativas sejam reconhecidas. Com prêmios e bonificações, profissionais terão a certeza de que pequenas inovações serão bem aceitas pelo negócio.

 

Dê autonomia

Nenhum time inova sem autonomia. E por mais precisamente definidos que sejam os processos do negócio, é importante que os profissionais tenham autonomia para definir a melhor maneira de executar tarefas. Assim, a companhia poderá inovar mais na hora de prestar serviços.

Em muitas situações, as documentações internas não conseguem auxiliar o profissional a atingir os seus objetivos. Por mais abrangentes que os procedimentos sejam, eles não são capazes de atingir todas as situações. E nos momentos em que isso ocorrer, é crucial que os profissionais tenham a confiança para buscar novos caminhos.

 

Integre equipes

Esse é um dos pontos-chave para que empresas possam inovar mais. Times integrados conseguem trocar dados estratégicos com mais facilidade, além de reduzir riscos e conflitos. Portanto, sempre busque unir times de áreas próximas, de tal forma que todos possam atuar lado a lado no tratamento de demandas externas.

Em outras palavras, é importante ter times diversificados no ambiente corporativo. Com profissionais trocando diferentes conhecimentos, a criatividade e inovação nas empresas será algo fácil de atingir. Dessa forma, o negócio pode manter-se com um fluxo de trabalho de alta performance mesmo em momentos de alta demanda.

Incentivar a criatividade e inovação nas empresas nunca foi tão importante. Isso auxilia o negócio a crescer com mais segurança e por meio de serviços com um direcionamento mais alinhado com as necessidades do mercado. E você, está preparado para fazer isso na sua organização?


Fonte: Projectbuilder.

Empresa familiar: como formalizar e melhorar a gestão

Posted on Postado em Acontece na Alcer, Artigos e Entrevistas, blog, Sem categoria

Glauber de Oliveira, Consultor Comercial

Você sabia que a operação das empresas familiares representam cerca de 40% do PIB brasileiro? E que em alguns países, esse número pode chegar a 90%?

As empresas familiares familiar correspondem à forma predominante de constituição empresarial em todo o mundo, e dentro dessa perspectiva de representatividade e atuação global das empresas familiares, acreditamos que a temática de administração dessas empresas precisa ser estudada de forma mais profunda e abrangente. Isso porque uma empresa familiar tem estruturas e características próprias, que impactam de forma significativa os processos de gestão e operação dos negócios.

Esperamos trazer aqui alguns insights para ajudar esse nicho de empresa a oficializar e operar de forma mais assertiva seu negócio.

 

Características da empresa familiar

Antes de pensarmos na atuação e gestão de uma empresa familiar, é preciso conhecer algumas características bem singulares que estão presentes nesses tipos de negócios.

Por se tratar de uma estrutura empresarial que envolve laços afetivos e amorosos, a empresa familiar passa por dificuldades e desafios bem específicos e intrínsecos da sua modalidade de constituição.

Oliveira (2006), que estuda o perfil das empresas familiares, destaca que esses negócios possuem as seguintes características principais:

A partir das características citadas pelo autor podemos entender que uma empresa familiar apresenta um grande apelo emocional e afetivo. Essa vertente mais emotiva impacta a gestão e operação da empresa, em algumas situações de forma positiva – como por exemplo na valorização da história e trajetória do negócio – e em outras situações de forma negativa – com a dificuldade de separar o racional do emocional, gerando conflitos e desentendimentos por exemplo.

Outra questão que deve ser levada em conta quando analisamos a gestão de uma empresa familiar é a mescla entre as culturas do negócio e da família. É inevitável que a cultura empresarial do negócio seja amplamente baseada nos valores, crenças e na cultura familiar dos empreendedores. Dessa forma a empresa torna-se um reflexo da família, e essa cultura pode impactar profundamente o andamento do negócio.

Um outra  peculiaridade muito expressiva que queremos destacar  na grande maioria das empresas familiares é a falta de formalização e profissionalização da gestão do negócio.

Essa dificuldade ocorre devido ao perfil de liderança na empresa familiar, que muitas vezes encontra na sua figura patriarcal ou matriarcal o gestor ou gestora da instituição. Porém, na grande maioria dos casos – principalmente nas empresas de pequeno e médio porte –  a pessoa responsável pela gestão não consegue dedicar de tempo e esforço para formalizar os processos gerenciais a fim de ter a possibilidade de passar o bastão da gestão para outra pessoa quando for necessário.

Nesse cenário a empresa e toda a sua equipe saem prejudicados. E essa característica se apresenta como uma das principais barreiras de crescimento dos negócios familiares. Mas, não se preocupe, vamos falar agora sobre o assunto e esperamos te ajudar a iniciar a formalização da gestão na sua empresa familiar!

Como formalizar a gestão de uma empresa familiar?

Antes de iniciar a formalização da gestão, é preciso que a família, os colaboradores e todos os envolvidos estejam cientes de que essa mudança será um processo. Que exigirá dedicação e comprometimento, mas também que renderá bons frutos, crescimento e fortalecimento para o negócio.

Compreendida essa característica, vamos aos passos essenciais para a formalização da gestão de uma empresa familiar:

 

  • Definição de cargos e funções – pode parecer que essa tarefa não possui grande relação com a gestão do negócio em si. Porém, quem já fez ou faz parte de uma empresa familiar sabe que as funções e responsabilidades de cada um podem não ser tão claras e definidas. Portanto, antes de iniciar as mudanças e o crescimento na gestão recomendamos criar um organograma da empresa, listando as pessoas e seu cargos, atividades e responsabilidades.

 

  • Planejamento – a grande consequência de não possuir uma gestão formalizada nas empresas familiares é a falta de planejamento. O gestor, ao ter que absorver diversas funções acaba falhando em planejar os próximos passos do seu negócio. Recomendamos instituir junto à equipe administrativa reuniões de planejamento conforme a necessidade da empresa: semanais, quinzenais ou mensais. E separar um tempo especial ao fim de cada ano para realizar o planejamento estratégico anual para o próximo período.

 

  • Contratação de um software ERP – quando falamos em formalização de gestão a contratação de um software para essa finalidade é essencial. Ao contar um sistema para gerenciar as informações e processos internos a empresa ganha em produtividade e capacidade de decisão.

 

  • Ajuda externa – em muitos casos uma empresa familiar que decide formalizar sua gestão precisa contar com ajuda externa para decidir como realizar esse processo de forma saudável e consistente. Caso você identifique que esse é o caso na sua empresa procure  consultores especializados que podem te  auxiliar  e dê início ao processo de formalização do seu negócio com mais segurança.

 

Esperamos que essas dicas possam ter ajudado você a entender as características principais de uma empresa familiar, seus desafios e oportunidades de crescimento, mas também, perceber a importância de dedicar tempo para melhorar uma das partes fundamentais de qualquer negócio: a gestão!

A Alcer Consultoria pode ajudar sua empresa a levar a sua gestão estratégia à outro nível!

Solicite aqui uma visita e veja como podemos te ajudar!


 

Boas práticas de gestão em empresas familiares

Posted on Postado em Acontece na Alcer, Artigos e Entrevistas, blog

Juliano Lopes, Consultor Empresarial.

Muito mais do que um negócio. É assim que as empresas familiares são encaradas pelos seus proprietários. Às vezes, ela se confunde com o lar, quase uma extensão da família dos envolvidos. Prova disso é que as empresas geridas por famílias não são vendidas facilmente a estranhos, certo?

É justamente por serem tão preciosas que as empresas familiares merecem uma gestão especial. Os administradores desse tipo de negócio não podem se dar ao luxo de atuarem como amadores: devem encarar o empreendimento com profissionalismo. Só assim podem competir em pé de igualdade com as demais empresas do mercado.

O primeiro passo, portanto, é entender que, embora essa seja uma empresa familiar, ela deve ser gerida como qualquer outro tipo de negócio. Separar todas essas cargas pessoais do profissionalismo necessário para gerir um negócio deve ser uma das prioridades para conseguir os resultados esperados.

Neste artigo que separamos para você, vamos passar algumas dicas práticas para que você desenvolva uma excelente gestão e conquiste um espaço ainda maior no mercado em que atua.

 

1. Separe conflitos pessoais de empresariais

Essa pode parecer uma dica simples, no entanto, ela deve ser um dos primeiros pontos a serem abordados em qualquer iniciativa familiar. Assim como não devemos misturar finanças pessoais com as empresariais, também não devemos deixar que assuntos particulares influenciem nas decisões da empresa.

Muitos gestores acabam cometendo o erro de pensar com o coração na hora de administrar a empresa familiar, quando deveriam agir com o cérebro. É preciso levar em conta que um empreendedor comum não perde tempo lidando com questões emocionais dentro da empresa. Você deve fazer o mesmo e se reunir com todos os familiares que participam da empresa para tirar o assunto a limpo. É preciso deixar claro que as decisões ocorrem pelo bem da empresa!

 

2. Atribua funções para cada membro da família

Nenhuma empresa funciona com dois chefes. A situação pode criar conflitos justamente onde não pode ter: na cadeia de comando. O resultado são entraves no processo decisório, que podem comprometer completamente o planejamento estratégico e, consequentemente, os resultados da empresa.

Bom, a empresa não pode ter dois chefes, mas certamente pode ter mais de um gerente. Então, uma boa solução para os conflitos é definir, com clareza, o papel de cada membro da família na organização. Sim, podemos atribuir funções!

Um membro que saiba lidar com o público pode ficar responsável pela prospecção de clientes, por exemplo. Já outro que prefere cuidar de questões mais burocráticas pode ficar com a parte do monitoramento. O mais importante é que essas funções estejam bem definidas.

 

3. Defina um pró-labore justo

Outro ponto que requer a atenção é o pró-labore. Grosso modo, esse é o “salário” de sócios de um negócio que possuem alguma função administrativa na empresa. É claro que o responsável pela gestão administrativa merece esse salário, pois está agindo como um funcionário.

A prática é importante não só para atribuir uma remuneração justa para o administrador, mas também para evitar aquela situação em que a empresa é usada como um verdadeiro caixa eletrônico — o gestor retira o dinheiro para a própria remuneração sempre que julgar necessário.

O pró-labore definido pelo seu negócio deve ser justo, e isso significa que ele precisa ser equivalente ao salário de gestores de outras empresas que têm a mesma função. É claro que é sempre importante levar em conta a realidade do negócio.

 

4. Invista na capacitação

Como vimos na introdução do nosso artigo, é preciso que os gestores das empresas familiares tratem o negócio com profissionalismo. Como fazer isso? A capacitação certamente é uma boa resposta.

Pode ser interessante que os membros da família que atuam diretamente na empresa procurem sempre a especialização. A realização de graduações é apenas o primeiro passo: é preciso manter o investimento em educação para o resto da vida.

Assim, podemos dizer que a empresa realmente conta com profissionais e gestores capacitados, prontos para enfrentarem um mercado cada vez mais competitivo. Além disso, é claro, a empresa aumenta e muito o seu padrão de qualidade.

 

5. Desenvolva critérios de sucessão

Um problema que assola as empresas familiares é a questão da sucessão empresarial. Muitas vezes, o gestor do negócio não estipula critérios objetivos nesse momento, o que acaba causando uma série de conflitos entre os outros sócios.

Por isso, uma boa dica para melhorar a gestão e evitar conflitos é desenvolver critérios de sucessão claros na empresa. Assim, é possível, inclusive, reforçar a motivação dos sócios e garantir uma competitividade sadia.

São muitos os critérios que podem ser adotados, como resultados conquistados, tempo de casa, entre outros. O mais importante é que cada sócio saiba exatamente o que deve fazer se pretende conquistar o seu lugar na gestão do negócio.

 

6. Afaste se for necessário

Para fechar as nossas dicas sobre boas práticas de gestão para empresas familiares, é muito importante deixar claro que, mesmo quando a empresa é familiar, o afastamento continua sendo uma opção.

O membro da família possui sua parte no negócio, é bem verdade, no entanto, ele não pode prejudicá-lo por não conseguir cumprir com as suas atribuições. Nesses casos, a “demissão” continua sendo uma boa e velha alternativa.

Claro, é sempre bom passar feedbacks para os membros que não estão apresentando os resultados esperados. Forneça sempre informações e mostre o caminho a ser seguido. No entanto, caso não atinjam o desempenho esperado, o afastamento é a solução.

Em resumo, embora a empresa familiar deva ser gerida como qualquer outro tipo de empresa, o fato é que ela possui, sim, suas peculiaridades. Para resolver essas questões, devemos aplicar regras claras para que os colaboradores mantenham o foco esperado, conforme vimos na questão do afastamento e da sucessão.

Para você, o que é mais difícil na gestão de uma empresa familiar? Entre em contato conosco e nos diga.


Fonte:  Stratec

Agricultura familiar e a gestão financeira

Posted on Postado em Acontece na Alcer, Artigos e Entrevistas, blog, Sem categoria

Juliano Lopes, consultor empresarial

O agronegócio brasileiro, grande potencia mundial, conta com cerca de 5 milhões de produtores rurais que somam 21,5% do produto interno nacional (Cepea, 2015). O que muitos não sabem, é que mais de 80% destes estabelecimentos agropecuários pertencem a grupos familiares.

_

A agricultura ou pecuária familiar tem como características a gestão compartilhada pela família e a atividade desenvolvida como a principal fonte de renda.

Além disso, em grande parte dos casos, as finanças familiares (pessoa física) e empresariais (pessoa jurídica) se misturam de tal forma, que a análise do agronegócio se torna muito difícil, devido à grande complexidade na alocação de custos, receitas, investimentos etc. O fato explicita a grande importância que a gestão financeira tem sobre as famílias agro-empreendedoras.

 

Participação da agricultura familiar no PIB nacional

De acordo com o censo agropecuário de 2006, a agricultura familiar é responsável por grande parte da produção de diversos produtos e ainda tem grande participação em rebanhos efetivos:

Participação da agricultura familiar na produção de produtos agropecuários brasileiros

 

Participação da agricultura familiar na produção de proteína animal

 

A gestão financeira para a agricultura familiar

Apesar do grande percentual participativo em diversas atividades, uma das grandes peculiaridades da agricultura familiar pode estar acabando com muitos produtores rurais familiares, principalmente as famílias cujo planejamento financeiro é precário ou ainda inexistente.

Em uma empresa, as despesas, receitas, investimentos e outros tipos de movimentação são revertidos para o crescimento (ou sustento) da própria empresa, enquanto que no agronegócio familiar, parte da renda gerada pela atividade rural exercida, vão alimentar a família do proprietário.

A atitude, incontestável (afinal sustentar a família é prioridade neste caso), quando realizada erroneamente pode não sustentar a atividade rural (geradora de renda), comprometendo a sustentabilidade do negócio no longo prazo.

Quando uma empresa não gera receita suficiente para pagar as despesas, ela tem duas saídas: (i) se endividar, ou (ii) vender ativos imobilizados para garantir a liquidez da mesma. O agricultor familiar, principalmente o pequeno, muitas vezes encontra barreiras para adoção de financiamentos e custeios para estes casos, e encontra na venda de ativos imobilizados a saída para alimentar sua família.

Contudo, a venda de ativos como seu rebanho leiteiro, por exemplo, diminuirá sua produção e sua renda nos meses subsequentes, o que pode gerar um efeito bola de neve, o levando à falência.

 

A terceira saída: a gestão financeira

Neste cenário, a gestão financeira nunca foi tão aliada do agricultor familiar. O planejamento financeiro permite a elaboração de um fluxo de caixa que contorne meses de maior necessidade de caixa da família (seja para um natal mais farto, ou pela chegada de novos integrantes).

Com isso, o empreendedor rural poderá prever meses com maiores despesas e receitas, ajustando o planejamento pessoal dele para que seja condizente com o que sua atividade rural pode lhe fornecer. Além disso, desinvestimentos como a venda de rebanho leiteiro, ou de matrizes suínas, não serão mais realizados pela necessidade de caixa, e sim pelo declínio em eficiência operacional.

Outro ponto extremamente positivo de se realizar uma gestão financeira eficaz é a vantagem que esta traz na obtenção de financiamentos. Bancos credores do setor, principais fontes de financiamento para o agricultor familiar, precisam de um planejamento financeiro realista e profissional, para suas análises na decisão de fomentar ou não recursos ao setor.

 

A tecnologia, mais uma vez

Uma gestão financeira profissional muitas vezes é associada a altos custos, o que inviabilizaria as demais responsabilidades (sustento familiar) da atividade rural para o agricultor familiar. A boa notícia, é que a tecnologia, ainda não muito presente no agronegócio, veio para mudar a forma com que a gestão financeira era feita no passado.

Através de ferramentas de gestão, análises são realizadas com alta granularidade e velocidade, a custos muitos menores do que eram feitas no passado, auxiliando agricultores familiares a otimizarem a gestão financeira de suas propriedades.

A agricultura familiar tem uma enorme participação no agronegócio brasileiro. O fato de agricultores familiares tirarem o sustento da atividade rural exercida urge a necessidade de uma gestão financeira extremamente eficaz.

Por diversos motivos, a tecnologia barateia e aperfeiçoa a gestão financeira do agricultor familiar, e seus benefícios incluem: alavancagem de seus retornos financeiros, facilitação na obtenção de financiamentos, oferecimento de análises extremamente elucidativas, entre outros que  aproximam o agricultor familiar do sucesso de sua atividade

 

Entre em contato com a Alcer e confira em quais pontos nós atuamos para auxiliar você, produtor familiar, a trabalhar conceitos financeiros, estratégias e analises diversas de gestão financeira para a saúde do seu agronegócio.


Fonte: Perfarm

COMO A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL VAI TRANSFORMAR O AGRONEGÓCIO

Posted on Postado em Acontece na Alcer, Artigos e Entrevistas, blog, Sem categoria

Juliano Lopes, Consultor empresarial

A inovação tecnológica está transformando todos os setores da economia e da sociedade.

_

A inovação tecnológica está transformando todos os setores da economia e da sociedade. Da mídia às finanças, passando pela saúde, educação e varejo, não há atividade que escape das mudanças provocadas pela tecnologia. Depois de vários outros mercados serem sacudidos pela transformação digital, agora é a vez do campo. A agricultura está entrando numa nova etapa. Nessa fase, os algoritmos chegam às fazendas para elevar a produtividade a níveis inimagináveis há até alguns anos. Na revolução digital agrícola em curso, a Inteligência Artificial (AI) promete ocupar papel de destaque, com impacto em toda a cadeia do agronegócio. Mas como os robôs e sistemas inteligentes se inserem na agricultura? Que parte desse admirável mundo novo já é realidade e o que os cérebros eletrônicos devem fazer pelos empresários rurais num futuro não muito distante? Como sempre acontece quando surge alguma inovação fantástica, há muito entusiasmo e grande expectativa no mercado. Por isso, um bom ponto de partida é entender do que estamos falando e delimitar o terreno. A Inteligência Artificial é um ramo da ciência da computação que se propõe a elaborar máquinas e sistemas inteligentes, ou seja, que sejam capazes de raciocinar, aprender, tomar decisões e resolver problemas.

Na revolução digital agrícola em curso, a Inteligência Artificial (AI) promete ocupar papel de destaque, com impacto em toda a cadeia do agronegócio. Mas como os robôs e sistemas inteligentes se inserem na agricultura? Que parte desse admirável mundo novo já é realidade e o que os cérebros eletrônicos devem fazer pelos empresários rurais num futuro não muito distante? Como sempre acontece quando surge alguma inovação fantástica, há muito entusiasmo e grande expectativa no mercado. Por isso, um bom ponto de partida é entender do que estamos falando e delimitar o terreno. A Inteligência Artificial é um ramo da ciência da computação que se propõe a elaborar máquinas e sistemas inteligentes, ou seja, que sejam capazes de raciocinar, aprender, tomar decisões e resolver problemas.

O termo foi cunhado em 1955 por John McCarthy, professor de matemática em Dartmouth, que organizou uma conferência sobre o tema que hoje é considerada um marco pelos estudiosos do assunto. Muita água rolou de lá até agora. A AI tem sido alvo de pesquisas durante todo esse tempo, mas só mais recentemente ela chegou até nós por meio de serviços de uma série de empresas, como as de comércio eletrônico, setor aéreo, bancos e streaming de vídeo – as recomendações de filmes na Netflix, por exemplo, trabalham com AI. O Google e a Amazon também.

 

Da Netflix ao campo

E como a agricultura entra nessa história? O primeiro passo é observar que a cada dia a tecnologia avança um talhão na busca por sistemas que permitam trabalhar e tomar decisões por conta própria. Por conta disso, o nível de automação do agronegócio brasileiro é expressivo. Hoje, muitas usinas e fazendas já estão conectadas por meio de redes instaladas no campo. Com isso, das operações mecanizadas até a quantidade de chuva que cai em cada talhão, tudo pode ser monitorado em tempo real. Já é possível até mesmo ter toda a rastreabilidade da produção, sem nenhuma interferência humana. É cada vez mais comum encontrarmos operações agrícolas com centrais de monitoramento parecidas com as que vemos em filmes. O objetivo é gerir a operação em tempo real, antevendo desvios e reagindo rapidamente, porém, ao mesmo um tempo, quantidades massivas de dados estão sendo geradas. Na área de máquinas agrícolas, já existem protótipos de tratores que funcionam sem a necessidade de um operador de carne e osso. O sistema de autodireção (telemática) já estão disponíveis nas máquinas agrícolas atuais, mas as tecnologias autônomas levarão esses recursos a um nível muito superior. Com o uso de Inteligência Artificial, esses veículos poderão, sozinhos, decidir parar o que estiverem fazendo caso comece a chover e mudar de rota, indo para uma área seca. Todo esse processo poderá ser acompanhado remotamente pelo produtor rural ou um funcionário por meio de um smartphone.

 

Aqui e agora

Um dos recursos de Inteligência Artificial que já podem ser usados no agronegócio é a Alice. Estamos falando de um assistente virtual com quem o agricultor pode conversar e tirar dúvidas sobre o desempenho de qualquer processo no campo. A Alice utiliza como suporte o Watson, da IBM, sistema baseado em redes neurais e numa tecnologia de aprendizagem chamada deep learning. A Alice também está sendo treinada para analisar grandes massas de dados, visto que é capaz de detectar padrões que escapam ao olho humano. O objetivo é melhorar o rendimento das operações e da produção, indicar quais seriam as melhores práticas, comparar, alertar e ajudar a programar as atividades da forma mais eficiente possível, sempre em tempo real. Tudo isso ainda neste ano.

Todo esse mundo de inovação já está de alguma maneira presente no agronegócio, em maior ou menor grau. Ainda que os avanços dos últimos anos tenham sido notáveis, no entanto, a verdade é que as maiores oportunidades ainda estão por vir, como bem mostraram Erik Brynjolfsson e Andrew McAfee em artigo publicado na Harvard Business Review. Segundo os dois autores, o gargalo hoje está no gerenciamento e na implementação dos sistemas de Inteligência Artificial na operação das empresas. E nas fazendas? Também. Afinal, estamos falando de uma face novíssima da inovação, com reflexos ainda difíceis de calcular.

Uma coisa é certa: o que vamos ver nos próximos anos é o aperfeiçoamento dessas tecnologias a um ritmo extremamente veloz, e isso vai exigir dos players da agricultura digital investimentos elevados em tecnologia, inovação e preparação de equipes, além da capacidade de antecipar cenários e agilidade para se adaptar a eles. Não é um jogo para qualquer um. O ponto importante é que o Brasil, como potência agrícola e histórico de inovação no agronegócio, possui todas as credenciais para ser protagonista dessa nova fronteira do mercado AgTech.

 


Fonte: FirstCom Comunicação